Uma série pela Revelação de Jesus Cristo, capítulo a capítulo — no molde das demais lições, com cartões de memorização e avaliação. Comece pela Aula 1 e siga a ordem.
A hermenêutica do livro: gênero apocalíptico, o Antigo Testamento como dicionário, recapitulação, os números e as figuras — e sete regras para ler com fidelidade.
O Cristo glorificado no meio dos candelabros, o “Eis que vem com as nuvens” e o “Não tenha medo”. O Rei que governa a história.
Éfeso, Esmirna, Pérgamo e Tiatira: o Cristo que conhece, elogia, repreende e promete a quem vencer.
Fama de viva mas morta; pouca força mas fiel; morna e autossuficiente. Cristo avalia pelo coração, não pela aparência.
Da terra para o trono: a porta aberta, os vinte e quatro anciãos, os quatro seres viventes e a adoração do Criador.
O livro selado e o único digno de abri-lo: o Leão que vence como Cordeiro, e a adoração do céu ao Redentor.
Guerra, fome, peste e morte sob o governo do Cordeiro, que abre os selos e conduz a história.
Os 144 mil e a grande multidão: o povo de Deus selado, que atravessa a tribulação e chega ao trono.
O silêncio no céu e as orações dos santos que sobem como incenso, antes das trombetas.
A quinta e a sexta trombetas: o juízo demoníaco, limitado por Deus, e o perigo do coração endurecido.
O anjo forte, os sete trovões selados e o livro doce e amargo: a Igreja alimentada pela Palavra e enviada a profetizar.
O santuário medido e a Igreja em missão profética: sofrimento, aparente derrota e ressurreição, até a sétima trombeta.
O conflito por trás da história: a vitória já alcançada na cruz e a guerra do dragão contra o povo que guarda o testemunho de Jesus.
O poder político perseguidor e o falso profeta, instrumentos do Dragão: a marca da besta, o 666 e o chamado à perseverança e à fé dos santos.
O Cordeiro em pé no monte Sião com o seu povo, os três anjos, a queda da Babilônia e a colheita da terra: perseverança diante da besta.
Junto ao mar de vidro, os que venceram a besta cantam o cântico de Moisés e do Cordeiro, antes das sete taças da ira.
O clímax dos juízos, retomando as pragas do Egito; a falsa trindade, o Armagedom (lido à luz do amilenismo) e o “Está feito”.
Babilônia desmascarada — sedução, luxo e violência —, a besta que “era, não é e vai à destruição”, e o Cordeiro, Rei dos reis, que a vencerá.
O anjo que ilumina a terra, o “Saiam dela, povo meu”, os lamentos dos que lucravam com o sistema e a alegria do céu pela justiça de Deus.
Os aleluias do céu pela justiça, as bodas do Cordeiro e o linho da noiva, e o Cavaleiro Fiel e Verdadeiro que derrota a besta e o falso profeta.
A prisão de Satanás e o reinado dos santos com Cristo, o último ataque de Gogue e Magogue, e o grande trono branco — a leitura amilenista e a esperança da ressurreição.
A nova criação e a cidade que desce do céu — Deus habitando com o seu povo, toda lágrima enxugada, e a esperança da ressurreição do corpo, não a fuga do mundo.
O rio e a árvore da vida que saem do trono, o fim da maldição, a face de Deus, o reinado eterno e o último convite — “O Espírito e a noiva dizem: Vem!”. O fecho da série.